Bate-papo no PAF 3 da UFBA (Ondina, Salvador) - 13 de julho de 2017

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23 de jul de 2010

Os nove pentes d'África na abertura do VI COPENE!

Espetáculos do Olonadé, 23 a 26 de julho, no Rio de Janeiro

Miriam Leitão lança coletânea de crônicas

(Texto de divulgação). "Ter uma coluna diária é um exercício inigualável de disciplina. Um desafio que, a princípio, assusta. É assim que Miriam Leitão, uma das mais respeitadas jornalistas do país, define seu ofício de colunista. “A vida tem inesperados; o humor oscila; emergências acontecem. Mas a coluna tem seu prazo inegociável. É também um extraordinário privilégio: um espaço diário reservado para análises, notas, notícias, debates, reflexões”, revela. Em Convém sonhar (Record, 504 pp. R$ 54,90), a jornalista faz uma seleção de crônicas marcantes, publicadas ao longo de seus mais de 20 anos de carreira".

Lançamentos do Sacolinha em São Paulo

22 de jul de 2010

Os nove pentes d'África no teatro, pré-estréia no Rio de Janeiro

Baseado no livro Os Nove Pentes D’África, de Cidinha da Silva, o espetáculo de mesmo nome, traz para a cena a história da família de Francisco Ayrá: marceneiro, escultor, negro, que antes de morrer deixa de presente para seus netos e netas, pentes africanos. Cada pente é signo de vários sentidos, aponta caminhos e faz perguntas. A encenação é costurada por canções brasileiras e outras compostas especialmente para o espetáculo. Atabaques, tambores, pandeiros, cuícas, calimbas e marimbas conferem à trilha uma sonoridade que transita entre as músicas brasileira e africana. *O cenário do espetáculo é composto por pentes africanos gigantes que se transformam em bancos e cadeiras de madeira e ferro. O figurino urbano investiga e absorve tecidos e adornos das culturas de África. Quatro atores e dois músicos, compõem o elenco deste espetáculo contemporâneo , que revela e celebra as reminiscências e ambiências das culturas de matriz africana reinventadas no Brasil. Foto do elenco: Ilea Ferraz - direção / atriz, Alexandre Volpi / ator, Lincoln Oliveira / ator, Luciana Lopes / atriz, Juninho Duvalle / músico e Jhoas / músico. *Na pré-estréia, dia 26/07/10, durante a abertura do VI COPENE - Congresso de Pesquisadores(as) Negros(as)os pentes africanos gigantes serão resguardados. Aguardem por eles na temporada de 19 a 21 de agosto, no teatro Tom Jobim. Dia 26/07/10, às 18:30, no auditório da UERJ - Universidade Estadual do Rio de Janeiro - rua São rancisco Xavier 524, Maracanã. Inormações: (21) 22349883.

21 de jul de 2010

Oiobomé, novo livro de Nei Lopes

(Texto de divulgação). "O escritor e compositor Nei Lopes imagina a trajetória da nação instalada na Ilha de Marajó desde sua fundação, no início do século XIX, até os dias de hoje em seu novo livro Oiobomé (Agir, 224 pp., R$ 34,90). No país que dá nome ao livro, ex-república e hoje uma monarquia constitucional e hereditária (regida pela Constituição de 1953), a taxa de analfabetismo é nula, sua moeda permanece estável há anos, os vícios em álcool e em tabaco foram erradicados há mais de duas décadas, o último crime ? o furto de um livro ? foi em 1942 e a união entre pessoas do mesmo sexo é amparada e reconhecida pela lei. Recentemente, o país, o mais desenvolvido das Américas descobriu a cura para o câncer e para a AIDS. Oiobomé é democrático, igualitário e justo. Oiobomé não existe. O livro é um ensaio sobre utopia, democracia, ufanismo e preservação da identidade cultural".

Xangô - o senhor da casa de fogo, lançamento em Salvador

18 de jul de 2010

Presença Latino AmeFricana: ArteReflexão, em São Paulo

Programa do curso: 31/07 - “Literatura argentina frente às suas novas vozes", com Lucía Tennina (Professora de Literatura Brasileira e Portuguesa na Universidade de Buenos Aires. É pesquisadora visitante em Cultura Contemporânea, da Universidade Federal de Rio de Janeiro. Colabora em revistas acadêmicas e independentes, de Brasil e Argentina.) & "Cultura que brota da terra: povos indígenas no Brasil e suas lutas pelo território no século XXI", com Spensy Pimentel (Jornalista e antropólogo, hoje pesquisador na USP. Há 12 anos pesquisa os índios Guarani-Kaiowa, de Mato Grosso do Sul, estado onde nasceu). 07/08 - “Fotografia e 'o outro México rebelde': questões de olhar sobre novos movimentos sociais”, com Waldo Lao Fuentes Sánchez (Formado em Antropologia pela Escuela Nacional de Antropologia e Historia do México- ENAH, pós-graduando pelo PROLAM-USP. Atualmente é fotógrafo e colaborador de diversas meios independentes de comunicação) & "Salve, Hermanos!!! Hip Hop e(m) Cuba", com Mateus Subverso ( B. Boy e grafiteiro da Posse ‘Suatitude’ e integrante das Edições Toró. Também atua como designer gráfico e digital destes dois coletivos) 14/08 – “Cuba e Haiti: Atlântico Negro, culturas e interpretações”, com Amaílton Azevedo (Professor de História da África da PUC/SP) & “No chão da Martinica, a palavra de noite", com Luana Antunes Costa (Professora, pesquisadora em Literaturas Africanas e Afro-brasileira, escritora e tradutora. Doutoranda em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa, pela USP). 21/08 - “A mátria das cordilheiras, mar, pampa, sierra, selva e sertão: arte & re-existência”, com Marcos Ferreira Santos (Músico e Arte-educador. Professor da Faculdade de Educação da USP) 28/08 - “Teatro, Negro, no Brasil: do TEN ao Bando Olodum", com Evani Tavares (Atriz, angoleira, doutora em Artes pela UNICAMP e autora do livro “Capoeira Angola como treinamento para o ator” & “Cinemas afro-sulamericanos”, com Lilian Solá Santiago (Cineasta, pesquisadora e curadora de mostras de cinema. Historiadora e professora de cinema) 04/09 – “Revolução? Movimento Zapatista e Literatura das Margens Mexicanas", com Alejandro Reyes (Mexicano de nascença, escritor, jornalista e tradutor. Coordena a coleção"Imarginália' da Editora Sur + , é integrante da rádio zapatista e pesquisador atuante em cultura e literatura latino-americana) & Avaliação Coletiva. Articulação Pedagógica: Allan da Rosa. Concepção e Diagramação de Cartaz e Apostilas: Mateus Subverso. Realização: Edições Toró, Donde Miras e CDHEP. Apoio: Nós por nós. Agradecimentos: Aos educadores que vêm na graça e na luta. E à comunidade que chega ou oferece atenção

6 de jul de 2010

OLONADÉ, no Rio de Janeiro

Lançadas biografias de Lélia Gonzales e Luiz Gama

(Texto de divulgação). "Lélia Gonzalez (176 pp., R$ 21) foi escrita por Alex Ratts e Flavia Mateus Rios e traz a trajetória de uma das figuras centrais na reformulação teórica e prática do movimento social negro contemporâneo. Já Luiz Gama (120 pp., R$ 21), de Luiz Carlos Santos, conta a história de um dos maiores abolicionistas do Brasil, falecido em 1882 e libertador, nos tribunais, de mais de 500 negros. As duas publicações integram a coleção Retratos do Brasil Negro do Selo Negro Edições/Summus".

4 de jul de 2010

CBF oficializa demissão de Dunga e de toda comissão técnica

A CBF anunciou neste domingo, por meio do seu site oficial, que Dunga e toda a sua comissão técnica foram destituídos de seus respectivos cargos na seleção brasileira. A oficialização da decisão ocorre dois dias após a eliminação do Brasil na Copa do Mundo. Ufa! Espero poder voltar a torcer para a seleção brasileira, sem Dunga, o general dos guerreiros-bramheiros e sem Jorginho, o capitão dos evangélicos. Torço para que a seleção venha a ter um treinador que compreenda a "liturgia do cargo", como tanto se disse por aí. Que tenha espírito desportivo e não militaresco. Que possa até falar do desgastado amor à camisa, mas não em filiação patriota e nacionalista, como carteirinha de identificação para torcer pelo Brasil. Um treinador que compreenda que ser trabalhador e dedicado é diferente de ser cabeça de bagre, ou seja, o perfil Elano/Lúcio é diferente de Doni/Gilberto/Kleberson, para mencionar o mais flagrante. Um treinador que tire a mão do bolso para cumprimentar o Presidente da República, um trabalhador, como ele.

3 de jul de 2010

Não deu, Gyan! Mas as Estrelas Negras não deixaram de brilhar!

(Deu no UOL). "Nelson Mandela enviou uma mensagem de apoio ao ganês Asamoah Gyan na noite desta sexta-feira, depois do fatídico lance no último minuto da prorrogação contra o Uruguai, quando o atacante errou um pênalti que, se marcado, teria levado Gana para as semifinais da Copa. O ex-presidente sul-africano, que na véspera havia mandado uma carta de apoio à única seleção africana ainda presente na competição, expressou sua simpatia pelo jogador, que saiu de campo chorando. "Mandela queria que nós soubéssemos que estava orgulhoso de nossos jogadores, que estava orgulhoso de Asamoah, de seu esforço e do que ele deu à equipe. Este apoio é muito especial para todos nós", declarou o presidente da Federação Ganesa de Futebol, Kwesi Nyantakyi. Gyan errou um pênalti no último minuto da prorrogação do jogo contra o Uruguai, pelas quartas de final, disputado nesta sexta-feira no estádio Soccer City de Johanesburgo. A decisão acabou indo para os pênaltis. O Uruguai venceu por 4 a 2".

1 de jul de 2010

Um tigre na floresta de signos, mais uma obra de Edimilson de Almeida Pereira

(Texto de divulgação). "Os artigos de Um tigre na floresta de signos mapeiam o discurso poético que se articulou a partir das relações legadas à sociedade brasileira pelo colonialismo, pela diáspora africana e pelo patrimônio literário ocidental. As análises reencenam as tensões entre a função estética e a função social da literatura, ao lançarem mão de aparatos críticos da teoria da literatura, literatura comparada, história, sociologia, antropologia e etnografia. Além disso, apontam a possibilidade de superação desse embate, mediante a constatação de que a autonomia do processo criativo é uma das formas mais radicais de intervenção social do fenômeno estético".

IGI - a árvore da vida!

"Nas palavras do diretor Bruno Bacelar: O povo brasileiro tem suas origens históricas alicerçadas em três etnias: ameríndia, européia e africana. Somos indiscutivelmente produto majoritário dessas três civilizações e suas culturas. Mas a sociedade brasileira contemporânea ainda ensina a nossa história sob a ótica do “vencedor”, e como conseqüência temos um entendimento incompleto e distorcido da história, do pensamento, e da diáspora africana através da escravidão. Hoje começamos a ter (finalmente) o reconhecimento de movimentos sociais que atuam no sentido de trazer à tona e oficializar fatos históricos e culturais esclarecedores que venham completar o quebra-cabeça das origens brasileiras. E nesse caminho de renovação e de ampliação do olhar de nosso público jovem é que este espetáculo se apresenta. Um texto inédito e uma trama vigorosa, divertida e comovente que leva o nosso público para a atmosfera mitológica africana com seus arquétipos, costumes e linguagens. Espetáculo que sem dúvida nos indica a ancestralidade como bem indispensável na construção do presente. E o futuro? A Olodumarè pertence! MOJUBÁ! Para os nossos ancestrais! Para os deuses! Para as forças da natureza! Para o teatro e seus artífices! Para a fé e as múltiplas formas de crença! Para aqueles que semeiam a paz! Para o amor! Para as CRIANÇAS"!!