Bate-papo na Biblioteca Alceu Amoroso Lima, dia 14 de maio de 2017

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22 de jan de 2011

Tópico em site de relacionamento 'rezo para que mais negros morram', prega o racismo associado à maior tragédia climática do Brasil

"Por todo o Brasil são vistos cidadãos solidários às famílias que perderam tudo o que possuíam na maior tragédia climática do país, que já contabilizou mais de 700 mortes em seis cidades da Região Serrana do Rio de Janeiro. Entretanto, dentro da comunidade "10 coisas que aprendi no RIO", foi criado o fórum de discussão "Rezo para que mais negros morram" relacionado à catástrofe no Rio de Janeiro. E neste tópico há afirmações carregadas de preconceito racial". COMENTÁRIOS NO TÓPICO 1. "Fico feliz em ver negros morrendo nesses desabamentos. Com a diminuição de negros o RJ poder ter um baixo índice de criminalidade" 2. "A mão de Deus está varrendo a escória preparando o terreno para uma olimpíada mais segura" 3. "Em nome de Deus mais corpos de negros vão ser encontrados pelo desenvolvimento do RJ. Que a paz volte nesse lugar com o fim dos negros na abençoada Rio de Janeiro" 4. "Obrigado por mandar essa negrada para o inferno, querido Jesus" 5. "Nenhuma folha cai de uma árvore se não for da vontade de Deus. Por Deus os negros estão sendo vitimados pela mãe natureza"

19 de jan de 2011

Sob o azul do céu, novo livro Selo Povo, em breve

Em fase final de revisão, o novo livro da coleção Selo Povo, só está esperando o número do ISBN, o órgão sofreu um pequeno atraso, mas agora parece que tudo estará resolvido, dentro de algumas semanas o livro capa azul da coleção chegará as livrarias.

17 de jan de 2011

Obra sobre Emanoel Araújo

Sinopse: "Emanoel Araújo é um dos raros indivíduos negros a transitar pelos espaços de prestígio e poder na nossa sociedade. Sua trajetória como artista plástico, editor, designer, criador de museus, curador e gestor público sempre teve como meta prioritária a produção de conhecimento acerca do legado africano no Brasil. Ao seu modo, Araújo vem realizando uma poderosa ação valorizativa da população negra ao mostrar com imagens que o racismo é, sobretudo, fruto da ignorância acerca do outro. Em tempos de discussões acirradas, e nem sempre produtivas, sobre o papel das ações afirmativas e a questão do mérito, vale a pena conhecer um personagem com esse perfil e essa estatura. Oriundo do interior da Bahia, ainda jovem Emanoel Araújo veio a adquirir consciência política em Salvador, nas atividades do Centro de Cultura Popular da UNE. Com o passar do tempo, assumiu uma dupla indignação: primeiro, com a situação do país ante a ordem autoritária estabelecida com o golpe de 1964; depois, com o esquecimento de seu povo, mulheres e homens negros historicamentepreteridos, aquela gente que no dizer de Frantz Fanon seriam os condenados da terra. Ao final de quatro décadas de trabalho, após dirigir a Pinacoteca do Estado de São Paulo e o Museu de Arte da Bahia, Araújo realiza o seu projeto mais ambicioso: a criação do Museu Afro-Brasil, em São Paulo, cujo acervo nos permite sérias reflexões sobre a construção da cidadania do povo negro. Acompanhar a trajetória, a obra e o pensamento de Emanoel Araújo é também a forma de reeducar os nossos olhos e as nossas mentes".

6 de jan de 2011

Melhorar as condições de vida dos negros brasileiros pelo combate a probreza

(Deu no UNIFEM). "Para Luiza de Bairros, um dos grandes desafios da Secretaria de Promoção de Políticas da Igualdade Racial (Seppir) será incluir as demandas de grupos minoritários, como índios, ciganos, judeus e palestinos. “Os primeiros passos da Seppir serão no sentido de provocar os ministérios a apresentarem uma coisa muito especial para marcar este ano. Queremos que cada ministério apresente uma ação emblemática de impacto que vai marcar os passos deste ministério para os próximos quatro anos.” Nova ministra da Seppir afirma necessidade de fortalecer a estrutura institucional do órgão e expandir a participação de gestores e gestoras negras em ministérios estratégicos A ministra elogiou o Estatuto da Igualdade Racial, aprovado no ano passado e a iniciativa do Ministério das Relações Exteriores de reservar 30% das vagas para os candidatos à carreira diplomática. Segundo ela, isso representa um avanço em relação ao estatuto. “As cotas são sempre um instrumento possível dentro de um leque de ações afirmativas que têm sido adotadas pelo governo. A cota é um instrumento, não a política afirmativa, como um todo. Esse sistema tem se mostrado eficiente para combater a exclusão.” Para Luiza de Bairros, a Seppir terá um grande desafio em relação à gestão. Ela disse que é preciso dotar a secretaria de uma estrutura material e de pessoal mais compatível com sua tarefa, que é de participar "com bastante firmeza da meta de erradicação da pobreza no Brasil”.